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Anderson: Mórmon.

Oi, eu sou Anderson

Sobre mim

Sou filho único. Não digo que minha família foi planejada, foi na verdade um incidente. Nos primeiros anos passamos por muitas dificuldades, especialmente com o relacionamento dos meus pais. Chegou um tempo em que as coisas ficaram complicadas. Isso nos levou à mudança do Rio Grande do Sul para o Paraná, em busca de um novo começo. Creio que para nenhum de nós tenha sido simples a adaptação ao novo lugar e a nova vida. Com o tempo construímos nosso lugar. Atualmente somos uma família mais feliz e melhor estruturada. Temos boas expectativas para o futuro. No momento estudo Psicologia.

Por que sou mórmon?

Escolhi ser membro dessa Igreja em um tempo que precisava de respostas sobre Deus e a vida. Encontrei dois missionários que trouxeram algumas dessas respostas e me convidaram a perguntar a Deus se o que eles estavam ensinando era verdade. Contudo, eu não estava interessado em fazer parte de qualquer religião naqueles dias, não estava procurando algo. Eles foram insistentes. De algum modo, com o passar do tempo e suas visitas, senti que a preocupação deles por mim era verdadeira. Senti uma espécie de amor que vinha de algum lugar e chegava até mim por meio deles. De repente, compreendi como Jesus Cristo era meu Salvador e como ele tinha um papel central na minha vida e o que eu precisava fazer para demonstrar gratidão por isso. Recentemente, fui missionário em algumas regiões de São Paulo, Sorocaba e Itu. Foi uma experiência maravilhosa. Conheci pessoas de grande valor. Pude ajudar algumas delas a experimentar a alegria que eu havia sentido. Não foi fácil chegar até aqui. Apesar disso, confio que Deus, sendo nosso Pai, não vai nos desamparar. Poderemos prosseguir, mesmo em tempos difíceis, tendo a esperança de que dias melhores virão.

Como vivo minha fé

Temos muitos desafios e responsabilidades como membros da Igreja. Isso nos ajuda a crescer e desenvolver novos talentos e habilidades. Agora sou responsável pelos rapazes do ramo (congregação) que participo, além disso dou aulas de religião para alguns dos jovens em um programa da Igreja chamado Seminário. Essa tem sido uma experiência gratificante, embora seja um tanto puxada. Temos a oportunidade de nos reunir para realizarmos atividades físicas, recreativas, culturais e de serviço. Tudo isso é voluntário, não temos obrigação de fazer nada. Quando servimos ou participamos de algo é por amor.