mormon.org Mundial
Murillo Mathias: guitarra, musica, capixaba, banda, Mórmon.

Oi, eu sou Murillo Mathias

Sobre mim

Nasci no Espirito Santo, em Vila Velha. Sou o filho mais velho de 3 irmão. Quando tinha 16 anos eu e meu irmão do meio decidimos montar uma banda, comigo na guitarra, meu irmão na bateria e outro amigo no baixo. Mais tarde um outro colega nosso entrou como vocalista. No momento estamos esperando todos voltarem da missão para continuarmos a tocar. Faço Ciências Contábeis na UFES (Universidade Federal do Espírito Santo). Fui chamado pra servir na Missão Brasil Campinas.

Por que sou mórmon?

Nasci na Igreja (não literalmente), mas meus pais, antes de se conhecerem, foram ensinados pelos missionários, se batizaram e se conheceram na Igreja. Fui ensinado desde de criança sobre O Livro de Mórmon, A Bíblia e sobre os Profetas. Quando meus pais se separaram acabamos nos afastando da Igreja, mas minha mãe nunca deixou de me ensinar sobre as doutrinas de Cristo. Quando voltei a Igreja, fui convidado a orar e perguntar se O Livro de Mórmon era verdadeiro, mesmo tendo aprendido desde criança, ainda tinha duvidas. Então eu li O Livro de Mórmon, orei e perguntei ao Pai Celestial e obtive o meu testemunho. Sei que Cristo vive, que esta é a Igreja Dele, sei que Cristo fala aos profetas como antigamente, e que o atual presidente da Igreja é um profeta e revelador. Sei que o Pai Celestial nos ama, e quer que voltemos a sua presença, e o único meio para isso é o Evangelho de Jesus Cristo.

Histórias Pessoais

Poderia explicar o papel que a oração desempenha em sua vida?

A oração é uma conversa com o Pai Celestial, ela nos aproxima mais Dele. A oração serve para pedirmos e agradecermos ao Pai Celestial. Devemos orar pedindo ao Pai Celestial e encerrar em nome de Jesus Cristo. Sei que o Pai Celestial escuta nossas orações, e quando fazemos um pedido sincero e justo Ele nos responde. Orar acalma nosso coração e nos dá a certeza que existe um Deus vivo.

Como vivo minha fé

Desde pequeno fui ensinado pelos meus pais a servir ao próximo, quando era mais novo chegava bem cedo na capela, ajeitava as salas, arrumava os bancos, quando fiquei mais velho fui chamado como mestre familiar, quando visitava as famílias que me foram designadas sentia um amor incrível por elas, realmente queria ajuda-las a resolverem seus problemas. Entre meus 12 e 18 anos servi como diácono, mestre e sacerdote na Igreja. Pude colocar em pratica o mandamento de amar ao próximo e também de sentir o amor das pessoas por mim.